domingo, 2 de fevereiro de 2014

ANÁLISE DO FILME CEGUEIRA BRANCA



ANÁLISE DO FILME CEGUEIRA BRANCA



Diante da complexidade social que vivemos, são várias as questões que nos aporta cotidianamente. Essa mesma complexidade, força os sujeitos a emergirem em um sistema político econômico desumano e perverso  chamado capitalismo, onde poucos tem tanto e tantos tem tão pouco. Isso expresso no que se refere ao sujeito individual “pessoa” como também ao estado constituído. As desigualdades sociais geradas por políticas corruptas quase sempre etnocêntricas, leva a grande massa da humanidade a viver em condições de miserabilidade, onde a estes são negados tudo, do material a sua própria dignidade.
Nessa lógica, podemos analisar a história retratada no romance critico do filme cegueira branca, como uma alerta, um chamado a observância do descaso social, empunhando pelo poder  capitalista, fazendo com que os sujeitos se sintam inúteis, frágeis, sem opção de luta. Isso pode ser visto nitidamente no chão das escolas públicas quase de modo geral, no momento em que esta nega aos seus usuários um dialogo aberto, franco e recipocro, quando a mesma que tem o papel de promover a inclusão, faz  inverso atingindo em cheio os menos favorecidos da sociedade, estes que são os mais necessitados e sua assistência.
No entanto, para que não me prolongue em meu pensamento explanativo, observo que não só no que se refere as questões sociais as quais muitas vezes nos omitimos de enxergar, achando que nos nos pertence, as causas educacionais serão  amenizadas quando cada sujeito assumir o real compromisso com estas e desenvolva em si mesmo uma visão mais ampla, aberta que possa romper com o medo do novo, do diferente e que seja este um atido contra a cegueira social em que vivemos inseridos, buscado cada vez mais a relativização das questões emergenciais tanto no contexto educacional e social, de forma segura. (Essa foi a minha visão sobre a mensagem do filme).

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