ANÁLISE DO FILME CEGUEIRA BRANCA
Diante da complexidade social que vivemos, são várias as
questões que nos aporta cotidianamente. Essa mesma complexidade, força os
sujeitos a emergirem em um sistema político econômico desumano e perverso chamado capitalismo, onde poucos tem tanto e tantos
tem tão pouco. Isso expresso no que se refere ao sujeito individual “pessoa”
como também ao estado constituído. As desigualdades sociais geradas por
políticas corruptas quase sempre etnocêntricas, leva a grande massa da
humanidade a viver em condições de miserabilidade, onde a estes são negados
tudo, do material a sua própria dignidade.
Nessa lógica, podemos analisar a história retratada no
romance critico do filme cegueira branca, como uma alerta, um chamado a
observância do descaso social, empunhando pelo poder capitalista, fazendo com que os sujeitos se
sintam inúteis, frágeis, sem opção de luta. Isso pode ser visto nitidamente no
chão das escolas públicas quase de modo geral, no momento em que esta nega aos
seus usuários um dialogo aberto, franco e recipocro, quando a mesma que tem o
papel de promover a inclusão, faz
inverso atingindo em cheio os menos favorecidos da sociedade, estes que
são os mais necessitados e sua assistência.
No entanto, para que não me prolongue em meu pensamento
explanativo, observo que não só no que se refere as questões sociais as quais
muitas vezes nos omitimos de enxergar, achando que nos nos pertence, as causas
educacionais serão amenizadas quando
cada sujeito assumir o real compromisso com estas e desenvolva em si mesmo uma
visão mais ampla, aberta que possa romper com o medo do novo, do diferente e
que seja este um atido contra a cegueira social em que vivemos inseridos,
buscado cada vez mais a relativização das questões emergenciais tanto no
contexto educacional e social, de forma segura. (Essa foi a minha visão sobre a
mensagem do filme).
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